Seminário “Trabalho Informal e Direito à Cidade”

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Ambulantes e Direito à Cidade- trajetórias de vida, organização e políticas públicas, livro do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos lançado no dia 30/11/2013 com um seminário que reuniu vários ambulantes de São Paulo, acadêmicos, representante do Ministério de Desenvolvimento Social, DIESE, CUT, um Defensor Público, Juliano Fripp representando o Rio Grande do Sul e Maria dos Camelôs o Rio de Janeiro, realizado no Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo.

A programação do Seminário “Trabalho Informal e Direito à Cidade”

Data e Horário

Atividade

8h às 9h30

Credenciamento e café da manhã

9h30 às 10h

 

Mesa de abertura

Mara Luz (Christian Aid) e Luiz Kohara (secretaria-executiva Centro Gaspar Garcia)

10h às 11h

 

Debate

Prof. Vera da Silva Telles (USP), Bruno Miragaia (Defensoria Pública do Estado), Valdina e Otávio (Fórum dos Ambulantes) e Renê Ivo Gonçalves (Centro Gaspar Garcia)

11h às 11h30

 

Lançamento do livro “Ambulantes e Direito à Cidade – trajetórias de vida, organização e políticas públicas”

 

Expositores: Luciana Itikawa, Geilson Sampaio e André Alcântara (Centro Gaspar Garcia)

A partir das 12h

Exposição Fotográfica “Retratos da Vida Cotidiana de Trabalhadore(a)s”, por Deco Cury

13h às 14h

Almoço

14h às 16h

Oficina “Articulação de Trabalhadores Ambulantes. Perspectivas de Organização dos Ambulantes”

 

Expositores: Juliano Fripp (ambulante de Porto Alegre) e Maria dos Camelôs (ambulante do Rio de Janeiro)

14h às 16h

Oficina “Mundo do trabalho do imigrante”

 

Expositores: Deyse Ventura (USP), Marcos Canaville (Coebiveco) e Clair Ruppert (CUT)

14h às 16h

Oficina “Trabalho Informal e Políticas Públicas”

 

Expositores: Rosane Maia (DIEESE), Ari Aloraldo (Conexão Solidária), Paula Montagner (Ministério de Desenvolvimento Social), Alexandre de Freitas Barbosa (IEB-USP)

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As oficinas da parte da tarde foram reunidas numa sala sala para que a exposição e o debate fossem para todos os interessados. A polêmica principal foi quanto a formalização dos ambulantes através do programa do Micro-Empreendedor Individual- MEI, a preocupação de haver uma remoção branca tornando mais caros os custos para trabalhar na rua ou por uma subordinação aos interesses de grandes capitalistas que desejam se apropriar dos espaços valorizados nas ruas, como a FIFA tem conseguido zonas de exclusão onde só empresas e marcas ligadas a FIFA podem ocupar às ruas com o comércio ou publicidade. Nós citamos o caso dos quiosques da orla marítima do Rio de Janeiro que foi concedida a uma única empresa e do camelódromo de Poto Alegre que foi privatizado.

  Entendemos que os governos estão privatizando os espaços públicos das ruas, retirando o comércio informal para viabilizar o interesse dos grandes empresários que financiam as campanhas eleitorais destes governantes. Então só a organização dos ambulantes poderá defender o trabalho informal nesta luta de classes, assim poderemos fazer alianças com setores da academia e de ongs realmente comprometidos com a justiça e a transformação social.

 Outro tema relevante abordado na reunião foi o problema da migração dos trabalhadores pelo CAMI- Centro de Apoio ao Migrante http://cami-spm.com.br/, que realiza a Marcha do Imigrante no dia 1º/12/2013 em São Paulo, exigindo direitos e o fim da discriminação.

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